quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Vamos falar de prendas de anos #9




Hoje foi dia de ir comprar prendas para mim na companhia do melhor pai do Mundo. Claro que ele desgraçou-se. Principalmente, quando entramos na Massimo Dutti. E a sorte dele, é eu ter um bocadinho mais de bom senso do que ele, que quer trazer a loja toda. Mas trouxe este blusão lindo de morrer, e que agora estou desejosa de estrear :)

Mas no Natal ainda vou lá buscar estas duas, porque me ficaram no "goto": 



Mas tenho de agradecer ao meu Paizinho, por todas as prendas (que saíram e muito do orçamento), mas acima de tudo pela companhia :)

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Vamos falar de prendas de anos #8





Quero estes quatro livros, sff. A aniversariante agradece com uma fatia de bolo.

Vamos falar de prendas de anos #7


Dizem que ficamos pessoas novas, e não queremos outra coisa. Aí é? Então iphone vêm à mamã.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Sou uma criança quando... #16


Post para o comprido e sem sentido



Estou com uma insónia daquelas. Que raio. Pus-me a fazer aquilo que tanto sei fazer bem... sonhar acordada. Este ano tem havido imensos "problemas" com as minhas prendas, e o que me dar, e isto e aquilo. Mas a verdade, é que não me apetece "deitar dinheiro fora" e comprar coisas que não precise, mas sim apetece-me viver. Não sei se é por ir fazer 25 anos, e nos últimos dias andar em baixo por nada do que eu planeei basicamente se realizou, mas este ano está tudo diferente. Não me apetece que me ofereçam as coisas do costume, pior ainda que me venham perguntar o que quero (Poças, convivo diariamente com as pessoas e mesmo assim querem um desenho? Ou que vá comprar as prendas para mim?) Eu vou fazer 25 anos, não vou fazer 22 nem muito menos 18. E sim, há uma grande diferença. Eu queria que as pessoas tivessem por mim, a mesma consideração que tenho por elas, o mesmo carinho, o mesmo amor que eu tenho.
Queria que me tivessem programado algo já com algum tempo, e não fazer tudo em cima do joelho. Às vezes sinto isso, que para mim é tudo feito em cima do joelho.
E não, não quero um jantar de aniversário onde se reúne a "família", para comer à enfarta brutos. Porque há anos que me fazem isso, e há anos que falta sempre as mesmas pessoas. É como um Natal, sem Pai Natal. E este ano, ainda será pior sem a minha avó. Não quero passar o jantar todo, a relembrar o do ano passado, onde ela já fez um esforço ENORME para ir, porque já estava doente.

Um dia, quando era mais nova (bem mais nova) lembro-me do meu pai convidar imensos amigos deles para ir para um empreendimento com várias casinhas e com uma piscina linda. E Apesar de eu e do meu irmão sermos às únicas crianças, foi um fim-de-semana incrível que nunca mais esqueci.
Se eu pudesse, (e visto que não posso fugir assim, para Londres, Paris, Roma) reunia aquelas pessoas que normalmente vão ao meu jantar de anos (sim, estou a falar de família!) e ia para um sitio assim como este.

Não devem com certeza estar a espera que eu vá apanhar um bebedeira (meu deusss!) ou vá sair à noite.
Mas pronto, posto isto... resta-me pegar no meu mais que tudo e sei lá ir passar um fim-de-semana mais comprido a qualquer lado.

Vamos falar de prendas de anos #6


Como este ano tem sido um ano com pedidos invulgares, a verdade é que sempre desejei ter uma mota. Não preciso de um motão, nada disso. Pode ser uma assim, branquinha... linda que só ela. Convém é eu chegar com os pés ao chão sim? Com o dinheiro que eu gasto em gasolina, era a prenda perfeita.


Vá Paizinho, chega-te à frente.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

A idade


Acho que deve ser por estar quase a chegar a altura de fazer anos (e se normalmente gosto, este ano está a ser bastante diferente). Os anos estão a passar por mim e sinto que ainda há muito que quero fazer, que quero visitar. Sinto que perdi tanto. Não digo que me arrependa, porque não. Aprendi muito com a minha vida, mas se pudesse voltar atrás, talvez tivesse feito as coisas de forma diferente, talvez tivesse aproveitado mais. Eu olho para o simples exemplo do meu irmão, que soube aproveitar as coisas de uma forma muito melhor e mais proveitosa que eu. Já visitou a Europa toda, e ao mesmo tempo é um finalista de enfermagem, mas não deixou de passar pelas mesmas coisas que eu.

Simplesmente sinto-me a vida passar-me ao lado... e não gosto disso, não gosto de não ter um papel activo. Não gosto de não ter sonhos, porque um dia todos eles morreram na praia.