quarta-feira, 30 de setembro de 2009

No outro dia contei-te uma história... mas sabes uma coisa?
Não me sorrias, quando não me sorris quando mais preciso.
Não me des a mão, quando não pretendes estar lá para a segurar.
Não me ampares, se te vais embora.
Não me des esperanças, se não pretendes ficar.
Não me chames de amiga, se não o vais ser.
Não me chames amor, se não o vais sentir.
Não tentes, só porque sim... mas tenta porque sentes.

Eu sinto o sangue a correr pelo meu corpo, enquanto mais uma vez tento continuar em frente e esquecer-te. Mais uma vez, dei o passo a frente e voltei a recuar. É incrivel como consegues preencher todos os periodos do meu dia, até naqueles em que o dia já vai longo. Enquanto me sento no meio da estrada, no meio de uma encruzilhada perdida no meio dos meus pensamentos, tu aproximas-te aos poucos tentando entrar dentro de mim, enquanto aos poucos eu rendo-me. O poder que tens sobre mim, é inagualável... o teu cheiro, a tua presença, o teu corpo, as tuas feições, a tua perfeição... são a minha prisão. E eu continuo, nesta luta constante por resistir a algo que é mais forte que eu. A culpa é tua... a culpa é minha. A culpa é dele, porque um dia deixou-me assim... frágil.
Eu não consigo vender a minha alma, e dar-me ao luxo de procurar algo que não vou encontrar de novo. A minha esperança é, um dia deixar o passado no passado, e viver o presente.
Enquanto isso... os dias nascem, e eu continuo aqui sentada a tua espera.




Can you feel my heart beating?
No, no, no.... you don't

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

És a minha outra metade, perdida no meio dos sonhos e ilusões do nosso conto de fadas.
Feliz aniversário Bé.
Sabes Bé, é muito mais do que isso (L)


Madrugada Dia 28 @ Choradeira Parte III
Lexie: [narrating] Grief may be a thing we all have in common, but it looks different on everyone.
Mark: It isn't just death we have to grieve. It's life. It's loss. It's change.
Alex: And when we wonder why it has to suck so much sometimes, has to hurt so bad. The thing we gotta try to remember is that it can turn on a dime.
Izzie: That's how you stay alive. When it hurts so much you can't breathe, that's how you survive.
Derek: By remembering that one day, somehow, impossibly, you won't feel this way. It won't hurt this much.
Bailey: Grief comes in its own time for everyone, in its own way.
Owen: So the best we can do, the best anyone can do, is try for honesty.
Meredith: The really crappy thing, the very worst part of grief is that you can't control it.
Arizona: The best we can do is try to let ourselves feel it when it comes.
Callie: And let it go when we can.
Meredith: The very worst part is that the minute you think you're past it, it starts all over again.
Cristina: And always, every time, it takes your breath away.
Meredith: There are five stages of grief. They look different on all of us, but there are always five.
Alex: Denial.
Derek: Anger.
Bailey: Bargaining.
Lexie: Depression.
Richard: Acceptance.


Domingo, dia 27 @ Choradeira Parte II
Não tinhas o direito de me fazer isto. Não tinhas o direito de invadir o meu espaço assim. Já não fazes parte de mim, já não fazes parte da minha vida. E enquanto te via partir nos meus sonhos, o tempo passava por mim, parada naquela bolha transparente que não me deixava esconder do mundo.
Todos os momentos em que entras de rajada no meu pequeno filme de vida, no qual eu tento a força toda, que não faças parte... onde eu a força toda tento, que não sejas a minha realidade e apenas um sonho, que se repete vezes e vezes sem conta na minha cabeça.
Deixa-te ficar onde estás. Deixa-me ficar onde estou.
Este é o meu mundo... é aqui onde eu pertenço, e tu... eu não te quero aqui.
Não te quero a entrar de roupante pela janela do meu quarto naquelas noites regeladas que começam a cair, não te quero a entrar pelos meus ouvidos, onde pairam aquelas palavras mágicas que fazem a chama reviver, o que cedo fez acontecer. Não quero ver, onde os meus olhos te possam encontrar, pois eles não suportavam ver-te partir de novo.
As palavras faltam-me quando o assunto és tu.
Há sentimentos que nem as palavras conseguem transmitir. Os meus olhos enxarcados de lágrimas, que sentem a tua falta. E quando te posso alcançar, o meu corpo foge para longe, longe, longeeeee... num grito no escuro. As coisas continuam guardadas longe dos olhos, e quanto mais eu conseguir manter-te longe, mais tranquila eu estarei.
E quando o reencontro se der, indiferente eu estarei.
Não tinhas o direito de voltar, só tinhas o direito de ser feliz... e eu, por ti feliz serei.

Dia 27 @ Choradeira Parte I

domingo, 27 de setembro de 2009



Sinto a tua falta todos os dias. Sinto a falta de estar perto de ti, de te ter aqui para gozar de eu ser a maior cambalacheira de sempre. Sinto a falta dos nossos momentos, das nossas idas para o bairro, e das nossas noites no cinema e no mac. Sinto saudades do meu amigo, do meu companheiro de sorrisos e lágrimas, de conversas, dos nossos momentos de sinceridade, das nossas parvoices, e sentimentalismos. Sinto falta de ti, não só quando tenho um nó na garganta porque estou triste, mas também quando tenho um sorriso e levito porque recebi a melhor noticia do mundo.
Fazes-me tanta falta Babeeeeee
Tas longe, mas sempre aqui (L)

sábado, 26 de setembro de 2009

Agora diz-me amor, o que é isto.
Agora explica-me, porque doi tanto quando ouço o teu nome. Porque estou a sofrer antes de tempo, porque já fiz mil filmes do nosso reencontro, e as palavras continuam a faltar-me. Não consigo dormir, mal consigo pensar. O teu ser ocupou-me o pensamento nas últimas horas, deixei de conseguir comer, dormir, pensar.
Como consegues? Como consegues continuar a deixar-me sem ar, sem saber o que dizer, sentir... Hoje recordei tudo, hoje vivi sentimentos que eu pensei esquecidos... por entre lágrimas que teimam em cair, e nôs na garganta... deixas-me suspensa no ar, prestes a cair... deixas-me neste vai-vêm de emoções, perdida nas marcas que deixas-te presente no meu espirito.
Preciso de me agarrar a algo, preciso de me agarrar a ideia de ser feliz, que não preciso de ti, que tu já não existes. Tu que entras assim no meu mundo, como se fosse teu. Entras assim de rajada, como se não quissesses saber dos danos que já um dia causas-te. Eu não vou permitir que te aproximes, desta vez a tua voz não vai ser como uma melodia perfeita para mim... desta vez, nada vai encaixar e fazer sentido.
Vou-te olhar nos olhos e dizer-te 'Está tudo bem'.