sábado, 2 de janeiro de 2010


Entre a chuva que cai lá fora, e o frio que trespassa a minha pele, suspiro ao ver a tua imagem refletida nas janelas fumadas do meu quarto. O meu peito aperta, fico com pele de galinha ao perceber que a tua imagem não desaparece. Serás mesmo tu, ou apenas mais um devaneio desta noite que cai e que trás em mim, memórias de um passado que teima em ser presente?
E ali estás tu à minha frente, sorris de uma forma tão delicada. Eu desejo interiormente que não seja um sonho. Fecho os olhos lentamente, e quando reabro... desapareces, como se de um sonho se tratasse.
Continuas tão presente em mim...

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